Assessoria de imprensa

Uma Bienal para a cidade

11ª Bienal de Arquitetura abre neste sábado, 28 de outubro, olhando para grupos atuantes e novos formatos.

11a Bienal de Arquitetura
11ª edição da Bienal de Arquitetura de São Paulo

Após quase um ano de intensa pesquisa, a Bienal de Arquitetura abre sua 11ª edição olhando para arquitetos e não-arquitetos e divulgando práticas urbanas colaborativas e inovadoras. Com o sugestivo nome de 'Em Projeto', que remete ao ofício do arquiteto mas também à ideia de uma cidade inacabada, em constante transformação, a Bienal irá mostrar – a partir deste sábado no Sesc Dom Pedro II e em outros espaços – um mosaico variado de soluções para as cidades brasileiras. Conforme descreve o curador da atual edição, Marcos Rosa, "coloca-se à arquitetura o desafio de se aproximar de outros saberes e formas de coprodução da cidade, mirando a ampliação das formas de atuação do arquiteto frente à coletividade".

 A Bienal, realizada pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) e evento mais tradicional do calendário da arquitetura nacional, promove uma reflexão e questiona dois entendimentos usuais: da exposição como 'grande evento' e objetivo maior, por um lado; e da falta de um olhar mais presente para a produção 'não técnica', informal, aquela que se faz de modo colaborativo e à margem dos métodos consagrados de intervenção urbana.

 Por meio de seu Observatório, um grande arquivo em processo – que se originou no Estúdio da 11ª Bienal e foi complementado com as chamadas abertas –, construiu-se um inventário de modos de representar, mapear, qualificar, edificar, editar, usar, colaborar e ocupar a cidade. O Observatório é a base conceitual e material da exposição da Bienal. Esta se materializa como um grande arquivo que ganha formatos distintos nos locais expositivos, incluindo registros videográficos, ampliações fotográficas, mapotecas e uma série de coleções e uma Biblioteca.

 A 11ª Bienal, para além de uma exposição, é um processo de pesquisa e troca fomentadas por uma programação contínua de ações por toda a cidade que permite a experiência efetiva de processos de produção do espaço. Ao discutir as práticas atuais, a Bienal tem destacado também a necessidade de ir além do que chamam de "relação desigual" na troca de conhecimentos e na valorização dos saberes, compreendendo que a ideia de 'olhar para a periferia' já embute a noção de outros atores não partícipes, apenas objetos de interpretações socialmente consagradas. Assim, a Bienal vai "do centro às bordas e das bordas ao centro, propõe reconhecer os lugares de fala de diferentes agentes a partir de suas próprias produções", explica Marcos Rosa.

 "Talvez seja este o verdadeiro destaque e inovação desta edição: reconhecer, valorizar e enfocar o processo e, a partir dele, chamar, envolver e dar voz a agentes que, embora não estejam no epicentro das discussões da arquitetura e do urbanismo, representam e reconhecem realidades urbanas específicas e promovem experiências próprias e transformações da cidade, a partir de múltiplos agenciamentos e miradas", conclui o curador da 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo.

 

 Serviço:

11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo

Realização: Instituto de Arquitetos do Brasil

Aberto ao público |Gratuito

 

SESC Parque Dom Pedro II: de 28 de outubro de 2017 a 25 de janeiro de 2018

Horário da Unidade e visita a Exposição: de quarta a domingo e feriados das 10h às 18h

Horário de funcionamento do satélite: quarta a domingo e feriados - 13h às 18h

Endereço: Praça São Vito, s/nº - Brás (em frente ao Mercadão de São Paulo)

 

SESC Campo Limpo: de 29 de outubro a 12 de novembro de 2017

Horário: das Terça a sábado 13h às 22h | Domingos 11h às 20h | Feriados 11h às 20h

Horário de funcionamento do satélite: quarta a domingo e feriados - 13h às 18h

Endereço: R. Nossa Sra. do Bom Conselho, 120 - Vila Prel, São Paulo.

 

SESC Osasco: de 14 de novembro a 03 de dezembro de 2017

Horário: Terça à Sexta 13h às 22h | Sáb, Dom e Feriados 10h às 19h

Horário de funcionamento do satélite: quarta a domingo e feriados - 13h às 18h

Endereço: Avenida Sport Club Corinthians Paulista, 1300 - Jardim das Flores, Osasco, São Paulo.

 

SESC Itaquera: de 05 de dezembro a 21 de dezembro de 2017

Horário: quarta a domingo e feriados 9h às 17h

Horário de funcionamento do satélite: quarta a domingo e feriados - 13h às 17h

Endereço: Av. Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos, 1000 - Itaquera, São Paulo.

 

Biblioteca Mário de Andrade: de 04 de novembro a 15 de dezembro de 2017

Horário: de segunda a sexta, das 08h às 19h

Endereço: R. da Consolação, São Paulo

 

Vila Itororó Canteiro Aberto: de 04 de novembro a 15 de dezembro de 2017

Horário: de terça a sábado, das 09h às 17h (quinta até 20h)

Endereço: R. Pedroso, 238 - Bela Vista, São Paulo

 

Praça das Artes: de 11 de novembro a 22 de dezembro de 2017

Horário: de quarta a domingo, das 14h às 18h

Endereço: Av. São João, 281 - Centro, São Paulo

 

A programação oficial da 11ª Bienal de Arquitetura se estende por uma rede de espaços parceiros que se integram à exposição e onde, a partir de 04 de novembro, ocorrerá uma série de atividades. O público pode conhecer todos os detalhes do calendário oficial da Bienal, no site www.11bienaldearquitetura.org.br e nas redes sociais do evento: Facebook/11bienaldearquitetura | Instagram/11bienal.

 

Seleção de trabalhos da Exposição

O que: Satélites da 11ª Bienal.

Por que ver: além de uma pequena mostra de obras, receberão atividades cujos formatos podem incluir conversas, debates, saraus, apresentações, projeções, oficinas, performances e ações experimentais, entre outros, e são motores de interação, convívio e diálogo.

Onde: Sesc Pq. Dom Pedro (Satélite 1, de 28 outubro a 28 janeiro); o Satélite 2 circulará entre as unidades Sesc Campo Limpo, Osasco e Itaquera, até o fim de 2017.

 

11a Bienal de Arquitetura
11ª edição da Bienal de Arquitetura de São Paulo

O que: Exposição Imaginário da Cidade

Por que ver: a exposição apresenta ao ar livre ampliações fotográficas de experiências urbanas de transformação do espaço, além de oferecer um espaço lúdico e de estar. 

Onde: Sesc Parque D. Pedro II

Fotos de trabalhos expostos:

11a Bienal de Arquitetura
Quebras, Favelas, Perifas. DiCampana Foto Coletivo. São Paulo, Brasil. 2014-2017. O Foto Coletivo utiliza a fotografia como instrumento de registro, com o objetivo de fomentar um imaginário que contemple os múltiplos recortes da periferia, da favela

 

11a Bienal de Arquitetura
Grande Caminhada 11a Bienal: Encontrar São Paulo. Martin Köhler e Tiago Kinzári. São Paulo, Brasil. 2017. Percurso pelas bordas geográficas da cidade realizado por meio de uma caminhada coletiva, que promoveu encontros mirando dar visibilidade a agentes que atuam na coprodução do espaço e da experiência urbana.

 

11a Bienal de Arquitetura
(R)exista. Coletivo Coletores. São Paulo, Brasil. 2015 Registro fotográfico de uma intervenção urbana realizada com o uso de projeção mapeada. Fotografia mostra projeção realizada na Vila Flávia, em São Mateus, Zona Leste de São Paulo, em 2015.

 

11a Bienal de Arquitetura
Cartografia da Ausência. Camila Rodrigues. Porto Alegre, Brasil. 2017. Ensaio fotográfico registra pontos do viário urbano onde ciclistas perderam a vida em Porto Alegre. Produzido entre 2015 e 2016, os registros fotográficos de Camila Domingues expressam de forma crua e frontal, a sobriedade de locais em que acidentes fatais ocorreram com ciclistas na cidade de Porto Alegre.

 

11a Bienal de Arquitetura
O rio está Morto? Marcos Vilas Boas. São Paulo, Brasil. 2014-2017. Ensaio fotográfico sobre o Rio Tietê reflete sua aridez e abandono, além de desconexão com o tecido e experiência urbana entre habitantes de São Paulo.

O que: Exposição Utilidade Pública

Por que ver: A exposição apresenta uma série de referências de projetos nacionais e internacionais, que conversam com as práticas apresentadas em ações no território durante a Bienal. Enfoca outras atitudes do arquiteto e uma ampliação de suas formas de colaborar com o ambiente construído e sua experiência.

Onde: Vila Itororó

Referências:

11a Bienal de Arquitetura
Granby Four Streets. Assemble. Liverpool, Inglaterra. 2011. / OtoProjects. Assemble. Londres, Inglaterra. 2013.

 

11a Bienal de Arquitetura
Lotes Vagos: Ação coletiva de ocupação urbana experimental. Louise Ganz e Ines Linke. São Paulo, Brasil. 2017.

 

11a Bienal de Arquitetura
Klong Toey Lanterna Comunitária. TYIN Tegnestue Architects. Bangkok, Tailândia. 2011.

O que: Biblioteca da Bienal

Por que ver: Um dos formatos de arquivo propostos para esta edição, a Biblioteca da Bienal apresenta livros selecionados, além de uma série de coleções.

Onde: Biblioteca Mario de Andrade

Referência:

11a Bienal de Arquitetura
250 Arquiteturas Americanas. Fernando Lara; Estudantes: The University of Texas at Austin e da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais; com Goma Oficina. São Paulo, Brasil. 2017.

O que: Exposição e Observatório

Por que ver: Além de uma exposição especial que propõe cartografar formas de ação brasileiras no espaço, pode-se ver o Observatório da Bienal, montado em um painel de 26x3m, contendo mais de 300 referências de práticas urbanas.

Onde: Praça das Artes

 

Referência:

11a Bienal de Arquitetura
Área Criativa. Bruno Vilela. Pedra Azul, Brasil. 2015.

 

O que: 9 de Julho / Hotel Cambridge

Por que ver: Aberta aos fins de semana, o espaço recebe a exposição de trabalhos (como a exposição Arquitetura da Apropriação, do New Instutute, Holanda) e uma agenda contínua até o fim do ano e convida o público a conhecer a rotina de um mutirão e vivenciar o espaço.

Onde: Ocupação 9 de Julho

 

O que: Contracondutas na Casa do Povo

Por que ver: o térreo da Casa do Povo receberá a base móvel do projeto Contracondutas, que será ativado por uma série de encontros a partir de 4 de Novembro.

Onde: Casa do Povo

 

 

Mais sobre a 11ª Bienal de Arquitetura

Website e redes sociais:

www.11bienaldearquitetura.org.br

Facebook/11bienaldearquitetura

Instagram/11bienal

 

Informações para a imprensa sobre a 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo: Bansen & Associados Comunicação

Bia Bansen (bia@bansen.com.br); Clean Barros (clean@bansen.com.br); Marcelo Fontenele (marcelo@bansen.com.br)

Tel.: (11) 5539-2344

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