Assessoria de imprensa

11ª Bienal de Arquitetura inaugura exposição na Praça das Artes

Programação do evento vai até 28 de janeiro de 2018 com exposições e atividades variadas abertas ao público e gratuitas distribuídas em sete espaços culturais, além de espaços parceiros da Bienal.

11a Bienal de Arquitetura
Exposição Imaginário da Cidade no Sesc Parque Dom Pedro II. Crédito: 11ª Bienal de Arquitetura/Di Campana

Neste sábado, 11 de novembro, a 11ª Bienal de Arquitetura inaugura mais um espaço expositivo, desta vez, na Praça das Artes, no centro da cidade, onde serão instalados o Observatório da Bienal e a Exposição Devires do Brasil. Promovida pelo Instituto de Arquitetos do Brasil Departamento de São Paulo (IABsp) com a coprodução do SESC São Paulo, a 11ª edição da Bienal de Arquitetura segue com uma intensa programação até 28 de janeiro de 2018 composta por exposições e atividades variadas, como oficinas, palestras, debates e distribuída em sete espaços culturais – Vila Itororó Canteiro Aberto, Biblioteca Mário de Andrade, Praça das Artes, e unidades do SESC Dom Pedro, Campo Limpo, Osasco e Itaquera. Todas as demais exposições da Bienal seguem abertas ao público e gratuitas.

 

LOCAL: Praça das Artes, Av. São João, 281 - Centro, São Paulo

ABERTURA: dia 11 de novembro, sábado, às 12h

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: de segunda a sexta, das 10 às 18h.

ENCERRAMENTO: dia 22 de dezembro de 2017.

 

Programação da Bienal: outros espaços

·   Biblioteca Mario de Andrade: Biblioteca da Bienal.

Evento aberto e gratuito.

Rua da Consolação, 94 - Consolação, São Paulo

De 04/11 a 15/12. Segunda a sexta, das 8h às 19h.

 

·   Vila Itororó Canteiro Aberto: Exposição Utilidade Pública

Evento aberto e gratuito.

Rua Pedroso, 238 - Bela Vista, São Paulo

De 04/11 a 22/12. Terça a sábado, das 9h às 17h. Quintas até 20h.

 

·   SESC Parque Dom Pedro II: Exposição Imaginário da Cidade

Evento aberto e gratuito.

Praça São Vito, s/n, Centro, São Paulo

De 28/10 a 28/01. Quarta a Domingo, das 14h às 18h.

 

·   Satélites da Bienal: dois módulos sobre rodas que levam conteúdos e atividades a outros locais da cidade estão.

Satélite 1: no SESC Parque Dom Pedro II até 28 de janeiro de 2018, com visitação aberta de quarta a domingo, das 14h às 18h.

Satélite 2: no SESC Campo Limpo até 12 de novembro de 2017 (horário de funcionamento do satélite: das 15h às 19h); no SESC Osasco, de 14 de novembro a 03 de dezembro de 2017 (horário de funcionamento do satélite: das 15h às 19h); e no SESC Itaquera, de 05 a 21 de dezembro de 2017 (horário de funcionamento do satélite: das 13h às 17h).

A programação oficial da 11ª Bienal de Arquitetura se estende por uma rede de espaços parceiros que se integram à exposição. Próximas atividades são o Seminário Lutar e Resistir, Ocupar e Morar, na Ocupação 9 de Julho, nos dias 13 e 14 de novembro; Microtopia na Bienal: A construção do Ateliê Público, no dia 15 de novembro, na Rua Silveira Campos, 475, Cambuci, São Paulo, propõe o desenvolvimento de diversas atividades práticas ligadas ao urbanismo tático; Palestra Futuros do Futuro de Sou Fujimoto, no dia 17 de novembro, no auditório da FAU-USP. Todos os detalhes dos trabalhos e atividades nos espaços parceiros da Bienal vêm sendo publicados no calendário oficial da Bienal, no site www.11bienaldearquitetura.org.br e nas redes sociais do evento: Facebook/11bienaldearquitetura | Instagram/11bienal.

 

 

 

 

 

 

Detalhes das exposições da Bienal

·   Praça das Artes: Observatório da Bienal e Devires do Brasil

Observatório da Bienal: Em Projeto – título e mote da 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo – insinua um olhar atento sobre os processos de pesquisa, elaboração e construção das cidades. Refere-se ao espaço urbano como uma construção em andamento e em constante transformação. Optando por não eleger temas predeterminados, iniciamos o percurso desta edição com a construção de uma plataforma de pesquisa e mapeamento, a qual chamamos de Observatório da Bienal, em que foram documentadas formas de coprodução do espaço urbano e as ferramentas utilizadas nessa realização. Identificamos no território ações responsáveis por transformar a experiência urbana, que pautaram o desenvolvimento da pesquisa da Bienal em seus dois eixos: Imaginário da Cidade e Utilidade Pública.

 O trabalho realizado no Observatório nos mostrou que a busca pela participação cidadã nas decisões e ações diretas na cidade tem ganhado maior visibilidade e presença, especialmente com as redes sociais e, junto a esta, o compartilhamento de diversos imaginários urbanos. Estes, por sua vez, apontaram para uma construção mais inclusiva, desvelando um arcabouço de práticas e abordagens diversas e complementares aos projetos e planos urbanos tradicionais.

 Uma vez consolidado, o Observatório atua como base de referência da 11ª Bienal. É suporte para a pesquisa e curadoria, ao mesmo tempo que é arquivo, compilação e organização de temas presentes nas principais discussões urbanas em São Paulo, no Brasil e no mundo. Reunimos continuamente ferramentas de reconhecimento, leitura e escuta, mas também suportes que ambicionam a realização e a transformação espacial, como recursos legislativos e políticas públicas que podem amparar pequenas iniciativas, aparatos que facilitam a organização coletiva, formas alternativas de financiamento, manuais e roteiros, plataformas abertas, fabricações digitais, e outros meios de editar e intervir diretamente na cidade.

 O Observatório reconhece ações pontuais que estrategicamente apontam para possibilidades de transformação efetiva da metrópole contemporânea. Uma vez compartilhadas com o público, elucidam outros caminhos para a prática da arquitetura, mirando a oportunidade da disseminação desse conhecimento. Por esta trajetória o Observatório se estrutura como legado da Bienal ao contribuir com a produção contemporânea, sua articulação e pertencimento social e cultural, coletivizando o acesso e o debate sobre a construção da cidade e seu contínuo processo de transformação.

 

. Devires do Brasil: cartografia de um imaginário daqui: cartografias são uma forma de representação física e desempenham importante papel na compreensão de realidades sociais, econômicas, históricas e culturais. Para além do mapa enquanto produto final, a cartografia, como prática, compreende a concepção, a divulgação, a representação e a utilização, incluindo todo o processo relativo à sua produção. Em manifestações históricas, e sobretudo em sua reflexão acerca do presente, cartografias configuram-se como um campo complexo que se debruça sobre geografias não estáticas e sobre paisagens em constante mudança.

 A partir desta exposição, interpretamos a cartografia como ferramenta de registro de processos de mudanças constantes, reconhecida em discursos e práticas do campo da arquitetura e dos estudos urbanos, que transformam relações, promovem agenciamentos, vivências, práticas no espaço, provocam outras perspectivas e pontos de partida. É essa interpretação que nos leva a atribuir à cartografia formatos distintos como cartas, manifestos, artefatos, ensaios fotográficos, vídeos, desenhos, registros de incursões e documentação de situações experimentais.

 A exposição "Devires do Brasil: cartografia de um imaginário daqui" reúne obras históricas em paralelo a propostas contemporâneas, todas desenvolvidas no País. A partir desses apontamentos, a exposição revisita discursos da história da arquitetura sobre o 'fazer' no contexto da construção de um imaginário brasileiro. Propõe desvelar práticas atuais no campo do desenho alinhadas a esse arcabouço de referências e abordagens, apresentando outro posicionamento do arquiteto frente à coletividade, reconhecendo seu lugar de fala e protagonismo, e a sua capacidade de trocar, intermediar e aprender com outros contextos.

 O mapeamento apresentado permeia imaginários que expressam ideias, formas de ação e uso, técnicas e colaboração diretamente conectados ao território, sua diversidade cultural e social, resgatando vozes e percepções que contribuem e se articulam às práticas contemporâneas. Entre expedições, encontros, cartas, falas e outros processos de documentação, esta exposição traz outras práticas do fazer arquitetônico vinculado a um lugar que é comum, situacional, relacional e plural.

 Não se trata de narrar acontecimentos históricos ou de consagrar métodos para uma forma de ação contemporânea. Ao examinar as formas de ação e reflexão, com apoio em referências históricas e contemporâneas, falamos sobre uma 'história do presente' - de debate, de resistência, de criação e de transformação -, que permite a crítica do momento vivido e o reconhecimento de um imaginário daqui.

 

·   Biblioteca Mario de Andrade: Biblioteca da Bienal.

Sobre a exposição: a Biblioteca, assumindo seu formato mais evidente, configura-se como uma grande coleção de livros. Aqui, apresenta-se como uma forma de raciocinar sobre os possíveis formatos de arquivo e encontra na Bienal um outro propósito: receptáculo desenhado para receber coleções de arquiteturas, leituras, registros, propostas e experiências.

 A Biblioteca da Bienal nasceu como um segmento deste grande arquivo em construção – uma compilação de livros e publicações que se somam ao repertório da Bienal. Valorizamos o livro enquanto objeto tangível, sobretudo por sua capacidade de documentar processos sem restringi-los ou simplificá-los em um único registro.

O acervo apresentado disponibiliza materiais, conteúdos e debates para um público amplo e contribui para a construção de conhecimento sobre as diferentes formas de observar, mapear, representar, editar, construir e fazer a cidade. Os trabalhos apresentados abordam a diversidade do fazer arquitetônico, atravessando pluralidades culturais, versatilidades técnicas, multiplicidade de materiais e recursos, e ainda, possibilidades de usos.

 Provenientes de mapeamentos realizados pelo Núcleo de Conteúdo da 11ª Bienal e das chamadas abertas, estes trabalhos são fruto de diversas mãos, capazes de não apenas retratar inovações no campo, mas de abrir espaço para outras vozes, perspectivas e saberes. A Biblioteca reúne uma variedade de conteúdos e formatos que permeiam os eixos de pesquisa, também presentes em exposições desta edição da Bienal de Arquitetura: Imaginário da Cidade e Utilidade Pública. Disposta em suportes para livros e outras coleções, a Biblioteca possibilita ao visitante explorar materiais que vão do contexto acadêmico ao empírico, elucidando várias perspectivas. A Biblioteca é um espaço para ser vivido. Um convite à leitura e ao encontro com outras narrativas.

 

·   Vila Itororó Canteiro Aberto: Exposição Utilidade Pública

Sobre a exposição: Este módulo apresenta arquiteturas que visam a transformação, adequação e qualificação do espaço urbano aos usos cotidianos, trazendo consigo disciplinas, saberes e experiências distintas e ampliando o campo de ação do arquiteto, particularmente em resposta às demandas urgentes. Ao discutir a utilidade pública da arquitetura, convidamos arquitetos, urbanistas e demais técnicos da cidade a pensar uma atuação engajada, em distintas formas de experimentação e aberta a refletir sobre colaboração na construção do espaço da cidade, repleto de processos permanentes de edição e transformação, próprios da natureza e do viver urbano.

 Para tanto, enfocamos a discussão sobre formas de editar e transformar a cidade, por meio da realização do projeto em suas inúmeras frentes de ação. Busca-se lidar explicitamente com um arcabouço de instrumentos e ferramentas relacionados à escuta, observação, experiência, edição, uso, ocupação e desenho urbano, entre tantos outros. Resultam práticas em formato de construção-teste, prototipagem, processos participativos, manual, manifesto, entre outros, cujo conteúdo com frequência é apresentado de formas que facilitam o compartilhamento. Ou ainda, cujo conteúdo propõe repensar modos de ação que possam, eventualmente, informar novos instrumentos urbanos de regulação e desenho, rascunhos de lei, ferramentas e modelos de observação, cartografia e mapeamento, modelos experimentais ou alternativos de gestão, entre outros.

Ao pensar a utilidade pública da arquitetura, situamos alguns desafios colocados por essa proposta. Importa reposicionar o arquiteto frente à coletividade e fomentar a tomada de consciência coletiva a partir da ação; valorizar as referências locais da arquitetura, das artes e da cultura histórica e popular do país; fomentar uma prática de projeto que aproxime o desenho ao lugar que ele propõe; dar visibilidade à atuação de grupos que lidam com questões relacionadas aos direitos humanos e sua relação com o espaço urbano; defender a valorização equânime dos diferentes saberes. Finalmente, nos parece fundamental democratizar o acesso ao conhecimento de arquitetura e ampliar as formas de atuação do arquiteto a partir da colaboração com outras disciplinas e saberes.

 

·   SESC Parque Dom Pedro II: Exposição Imaginário da Cidade

Sobre a exposição: O imaginário pode se referir a algo que não é real, àquilo que é fictício ou criado apenas no campo das ideias. O imaginário urbano, no entanto, mais do que algo que somente poderia existir subjetivamente, para além de qualquer coleção de imagens, refere-se ao conjunto de registros de momentos, de 'conteúdos vividos'. Como tais, nos oferecem outros olhares, transformam percepções da cidade, revelam experiências urbanas, formas de vivenciar a mesma cidade e inspiram reflexões acerca da vida na cidade e em coletividade. O imaginário urbano materializa-se a partir de uma constelação de ações. O espaço só se torna um 'lugar' a partir de seu componente performativo: são a vivência e a experiência de um espaço que constroem a percepção dele.

 Que experiências do cotidiano, percepções espaciais e situações urbanas têm o poder de dar outros sentidos ao espaço urbano? Como engajar os cidadãos em um processo de construção de um imaginário urbano, necessariamente inclusivo e colaborativo? A 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo, a partir de um de seus eixos de pesquisa e intervenção, Imaginário da Cidade, tem o objetivo de pensar essas questões e dar visibilidade a percepções espaciais, ações pontuais, experiências, situações e imaginários urbanos produzidos cotidianamente por diferentes agentes na cidade de São Paulo.

 Para tanto, faz-se fundamental chamar, envolver e dar voz àqueles que reconhecem realidades urbanas de seu entorno e compor, com estas, registros de formatos distintos, prestigiando e potencializando os 'espaços banais' da cidade. São lembranças, experiências, símbolos, ações que transformam a experiência do espaço coletivo e formas de expressão cultural, que desnudam os muitos imaginários urbanos vividos. Trata-se de olhares não-técnicos sobre a cidade. Olhares que desvendam o outro, o invisível, os detalhes não vistos, as inúmeras realidades sociais construídas e suas táticas para permear e representar o espaço urbano. Podem se materializar em registros de percursos, práticas de escuta, observação, colaboração, denúncia, produção de cartografias sociais, ações experimentais, corpografias, fotografias, vídeos, entre outros. Uma vez relacionadas, estas obras desvelam diferentes perspectivas sobre o território projetado, em diversas formas de leitura e expressão.

 A exposição Imaginário da Cidade apresenta a compilação realizada pelo Observatório da Bienal e trabalhos selecionados por meio de uma Chamada Aberta. Ao explorar os imaginários por diversas perspectivas, pretendemos agenciar encontros e diálogos entre diferentes atores e reconhecer novos recortes e formas de viver e apreender o território.

 

·   Satélites da Bienal: dois módulos sobre rodas que levam conteúdos e atividades a outros locais da cidade estão.

 Sobre o Satélite Bienal: O olhar atento a formas de coprodução do espaço nos permite identificar uma constelação de atividades e atores para os quais a participação ativa, e em rede, é uma realidade. Com frequência, trata-se ainda de uma condição que potencializa e transforma os espaços coletivos. Para articular esta conjuntura em um projeto único e abrangente, a 11ª Bienal adotou um formato que extrapola o entendimento deste evento como uma única e grande exposição realizada dentro de um espaço protegido, e busca, em vez disso, se inserir e estar por toda a cidade. Para tanto, propôs a construção de Satélites, módulos móveis de 3 x 2 metros que se deslocam para lugares que nem sempre recebem a devida atenção por parte dos arquitetos, mas onde a cidade está sendo feita. O intuito não se resume em levar projetos prontos, mas para observar, escutar, aprender, trocar, dialogar e eventualmente encontrar outras formas de colaboração.

 Trata-se também de convidar o público a conhecer e ter uma vivência de arquiteturas experimentais, móveis e táteis que lidam com temas contemporâneos, ao se relacionar com outras formas de fazer arquitetura. Estes Satélites permitem que a Bienal percorra a cidade. Deslizam sobre rodas, não se instalam permanentemente em nenhum lugar. Uma vez situados, marcam graficamente o espaço onde estão e criam um lugar, uma situação que abre oportunidades para encontros, trocas e aprendizados. Os Satélites funcionam como elementos articuladores em três níveis: dão visibilidade à presença e ação da Bienal no território; e apresentam a documentação de processos e ações fomentados por ela. Além disso, recebem atividades cujos formatos podem incluir conversas, debates, saraus, apresentações, projeções, oficinas, performances, ações experimentais entre outras. São motores de interação, convívio e diálogo.

 

 

Mais sobre a 11ª Bienal de Arquitetura

Website e redes sociais:

www.11bienaldearquitetura.org.br

Facebook/11bienaldearquitetura

Instagram/11bienal

 

Informações para a imprensa sobre a 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo: Bansen & Associados Comunicação

Bia Bansen (bia@bansen.com.br); Clean Barros (clean@bansen.com.br); Marcelo Fontenele (marcelo@bansen.com.br)

Tel.: (11) 5539-2344

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