Exercício financeiro de 2008:Grupo Linde mostra uma sólida performance e que está preparado para enfrentar o difícil ambiente econômico |
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O Grupo Linde obteve crescimento em vendas no exercício financeiro de 2008, com o lucro operacional crescendo a uma taxa superior à taxa de crescimento das vendas. "Este sólido desempenho nos negócios, apesar do surgimento da crise econômica e financeira, comprova que a reorganização do nosso Grupo foi acertada", afirmou o Professor Dr Wolfgang Reitzle, CEO da Linde AG, na conferência de imprensa sobre os resultados anuais. "Mesmo assim, não estamos imunes à recessão global. Para permanecermos na pista nesta difícil situação econômica, aceleraremos a implementação do nosso programa integrado para atingir melhorias sustentáveis nos nossos processos e aumentar a produtividade". Para este ano, mesmo diante de um panorama de incertezas, a Linde faz planos de um futuro desenvolvimento econômico global em diferentes cenários. "Ainda parece possível, a partir do momento atual, que as vendas e os ganhos do Grupo sejam ligeiramente mais elevados que os de 2008. Porém, temos que considerar a possibilidade de um declínio em vendas e ganhos", esclareceu o CEO Reitzle. Considerados os ajustes relativos aos efeitos das taxas de câmbio, a Linde aumentou em 8,4% as vendas do Grupo no exercício financeiro de 2008, em comparação com 2007, e também aumentou o lucro operacional do Grupo em 10,3%. Com base nos valores divulgados, isto é, sem ajustes relativos aos efeitos da taxa de câmbio, as vendas do Grupo cresceram 2,9%, atingindo 12,663 bilhões de euros (12,306 bilhões em 2007). O lucro operacional do Grupo de 2,555 bilhões de euros com base nos números divulgados foi 5,4% mais elevado que os 2,424 bilhões de euros de 2007. Os ganhos antes dos impostos
(EBT) foram de 1,006 bilhão de euros, inferiores aos
ganhos de 1,375 bilhão de euros de 2007. Ao se comparar
estas duas cifras, deve-se observar que no ano passado
havia um lucro de 607 milhões de euros sobre alienação
de negócios, destacado como item não recorrente. No
exercício financeiro de
Os ganhos após as taxas no exercício financeiro de 2008 foram de 776 milhões de euros (996 milhões em 2007). O montante destinado aos acionistas da Linde AG foi de 717 milhões de euros (952 milhões em 2007). Isso corresponde a ganhos de 4,27 euros por ação (5,77 euros em 2007). O lucro sobre alienação de negócios em 2008 e 2007 também influenciou esses números. Em bases ajustadas, isto é, após os ajustes relativos a esses efeitos e à amortização de leves ajustes identificados no decorrer da alocação de preço de compra relativo à aquisição do Grupo BOC, os ganhos por ação (EPS) cresceram 8,8%, de 5,02 euros em 2007 para 5,46 euros em 2008. Como resultado do seu
bom desempenho nos negócios em
No Encontro Geral Anual,
em 15 de maio de
Divisão de Gases
A Divisão de Gases obteve 3,3% de crescimento em vendas no exercício financeiro de 2008, alcançando 9,515 milhões de euros (9,209 bilhões em 2007). Feitos os ajustes relativos aos efeitos das taxas de câmbio, o aumento nas vendas foi de 9,3%. Numa base comparativa, isto é, após os ajustes relativos às alterações nos preços dos gases e às mudanças na estrutura do Grupo, o aumento nas vendas foi de 6,8%. O lucro operacional cresceu a uma taxa superior à do crescimento das vendas, com aumento de 4,5%, atingindo 2,417 bilhões de euros (2,314 bilhões em 2007). Após os ajustes relativos aos efeitos das taxas de câmbio, o aumento nos ganhos foi de 9,6%. A margem operacional passou de 25,1% em 2007 para 25,4% em 2008.
Identificaram-se as seguintes tendências nas diversas regiões e nos diversos segmentos de produto da Divisão de Gases:No segmento operacional Europa Ocidental, maior mercado da Linde, as vendas aumentaram 2,7%, alcançando 4,133 bilhões de euros (4,026 em 2007). Numa base comparativa, as vendas aumentaram 4,9%. O lucro operacional aumentou 2,0%, alcançando 1,119 bilhão de euros (1,097 bilhão em 2007). Os negócios na Europa Ocidental caracterizam-se, sobretudo, por aumentos em volumes de vendas e em positivas tendências de preços no segmento de gases em cilindros nos principais mercados, Alemanha e Reino Unido. No segmento operacional Américas, atingimos vendas de 2,207 bilhões de euros, pouco menos que os 2,348 bilhões do ano anterior. Esta queda foi devido aos efeitos das taxas de câmbio mas, também, às mudanças na estrutura do Grupo. No ano anterior estavam inclusos os negócios de cilindros dos Estados Unidos, vendidos em 2007, e as suas oito plantas de separação cuja venda foi obrigatória como resultado das condições impostas pelas autoridades concorrenciais. Numa base comparativa, os negócios de gases nas Américas cresceram 6,4%. Com este pano de fundo, o lucro operacional em 2008, de 432 milhões de euros, também foi algo inferior aos números de 2007 (447 milhões de euros). Foi no segmento Ásia & Europa Oriental que o Grupo alcançou as mais elevadas taxas de crescimento em 2008, como em 2007. As vendas aumentaram 19,7%, alcançando 1,936 bilhão de euros (1,618 bilhão em 2007). Deve se observar que algumas das anteriores joint ventures na Malásia, em Hong Kong e em Taiwan foram incluídas na consolidação pela primeira vez no exercício financeiro de 2008. Numa base comparativa, as vendas aumentaram 9,5%. O lucro operacional cresceu a uma taxa superior à do crescimento das vendas. Com 563 milhões de euros, foram 20,6% superiores aos 467 milhões de euros do ano anterior. No segmento operacional Pacífico Sul & África, a Linde aumentou as vendas em 2,0%, alcançando 1,310 bilhão de euros (1,284 bilhão em 2007). O declínio nas vendas deveu-se principalmente à depreciação do rand sul-africano e do dólar australiano. Numa base comparativa, o crescimento em vendas foi de 9,4%. O lucro operacional de 303 milhões de euros foi exatamente igual ao do ano anterior. No segmento de produtos individuais, a Divisão de Gases também obteve crescimento em vendas. Numa base comparativa, as vendas no negócio de gás em cilindros cresceu 9,2%, alcançando 3,820 bilhões de euros (3,499 bilhões em 2007, enquanto o negócio de gases liquifeitos obteve crescimento de 3,7%, alcançando 2,325 bilhões de euros (2,241 bilhões em 2007). No negócio de gases on-site, em que a empresa fornece gases industriais diretamente de plantas nas próprias instalações do cliente, as vendas aumentaram 4,9%, alcançando 2,375 bilhões de euros (2,265 bilhões em 2007). O segmento de gases Healthcare ou medicinais alcançou crescimento de 9,8% em vendas, totalizando 995 milhões de euros (906 milhões em 2007). Divisão de Gases - Panorama
O esperado enfraquecimento
da demanda neste ano não levou
Divisão de Engenharia
O Grupo Linde também obteve crescimento em vendas e ganhos nos negócio de engenharia no exercício financeiro de 2008. Sucedendo um ótimo ano de 2007, as vendas aumentaram 9,7%, alcançando 3,016 bilhões de euros (2,750 bilhões em 2007), enquanto o lucro operacional cresceu a uma taxa superior à do crescimento nas vendas, aumentando 11,3% e alcançando 267 milhões de euros (240 milhões em 2007). Isso corresponde a uma margem operacional de 8,9% das vendas. Assim, a empresa excedeu novamente a sua meta de 8%, que já era significativamente superior à média do setor. A entrada de pedidos na Divisão de Engenharia foi de 3,057 bilhões de euros, que também aumentou a marca dos 3 bilhões de euros e foi 4,3% superior aos 2,931 bilhões de euros d exercício anterior. A carteira de pedidos em 31 de dezembro de 2008 foi de 4,436 bilhões de euros (4,391 bilhões em 2007). Este bom desempenho dos negócios é resultado da grande demanda global pelas plantas e tecnologias da empresa em todos os quatro principais segmentos de produto: plantas de olefinas, plantas de gás natural, plantas de separação de ar e plantas de hidrogênio e síntese. Divisão de Engenharia -
Panorama
A elevada carteira de pedidos é uma boa base para um desempenho relativamente estável nos negócios nos dois próximos anos. Porém, deve-se esperar que novos projetos internacionais de construção envolvendo plantas em larga escala sejam adiados. No pior cenário, a empresa prevê que novos pedidos na Divisão de Engenharia não serão suficientes para alcançar em 2009 os mesmos níveis de vendas exercício financeiro de 2008. Por outro lado, a meta para a margem operacional permanece em 8%. Linde no Brasil
A Linde AG, com sede na Alemanha, é líder mundial do setor de gases industriais e medicinais com cerca de 50 mil funcionários, operações em mais de 100 países da Europa, Ásia, Oceania e Américas e vendas de mais de 12,3 bilhões de euros no ano fiscal de 2007. No Brasil desde 1915, a Linde (antiga marca AGA) é a segunda maior empresa do setor. No País, a empresa opera com três divisões: Gases Industriais (responsável pelo fornecimento de grande diversidade de gases para a indústria); Hospital Care (fornecedora dos gases medicinais para hospitais); Respiratory Care (fornecedora de gases e equipamentos para suporte respiratório domiciliar). Além das operações no Brasil, a Linde atua também nos seguintes países da América do Sul: Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Uruguai e Venezuela, além de Aruba e Curaçao. A Divisão Gases Industriais da Linde no Brasil possui uma estrutura especializada para atender as diferentes demandas dos processos da maioria das atividades industriais: Alimentos e Bebidas, Metalurgia, Química, Soldagem e Corte e Gases Especiais. Possui cerca de 10 mil clientes atendidos por 24 unidades comerciais estrategicamente posicionadas nos principais centros consumidores do País, além de vasta rede de distribuidores autorizados. Suas unidades comerciais
estão localizadas nas seguintes cidades: Maceió/AL,
Salvador/BA, Fortaleza/CE, Vitória/ES, Goiânia/GO, Contagem/MG,
Juiz de Fora/MG, Timóteo/MG, Uberaba/MG, Cuiabá/MT,
Belém/PA, Jaboatão dos Guararapes/PE, Curitiba/PR, Cambé/PR,
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Mais informações para a imprensa: Bansen & Associados Comunicação – assessoria
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