telefone    
 

 

10-06-2010

Edição de junho da revista National Geographic Brasil traz um olhar distinto sobre a história da África do Sul

 

Ao receber o Prêmio Nobel da Paz, em 1993, Nelson Mandela disse: "A medida será a felicidade e o bem-estar das crianças". Depois de 17 anos da entrega do Prêmio ao maior líder da África do Sul, o país ainda traz lembranças e marcas da segregação racial. No entanto, o país experimenta uma onda de autoconfiança por sediar a Copa do Mundo de 2010. Apresentando sempre um diferencial em suas publicações, a revista National Geographic Brasil traz em sua edição de junho um olhar distinto sobre a história da África do Sul, que será foco mundial até o dia 11 de julho, quando termina o campeonato.

O esporte sempre foi visto por Mandela como um dos fatores principais para a reestruturação do país. O título de 1995 do Campeonato Mundial de Rúgbi, vencidos pela primeira vez pelos Springbok - como é conhecida a seleção sul-africana - e disputados em sua própria "casa" foi um dos maiores marcos do país apenas um ano depois do fim do apartheid. O esporte que até então era exclusivamente dos brancos passou a unir toda a população, mas apesar disso, o país ainda apresenta muitos problemas, alguns deles destacados na reportagem de National Geographic Brasil.


Além das lindas fotos de James Nachtwey, a reportagem de Alexandra Fuller mostra ao leitor um pouco mais sobre a cultura e a verdadeira história de um dos países mais importantes do continente africano. A transição na forma do governo, como vivem hoje as pessoas que sofreram com o apartheid, personagens que marcaram a história da nação, os líderes atuais e outras histórias da sede do campeonato mundial do futebol de 2010 estão presentes na edição deste mês.

Outras reportagens incríveis em National Geographic Brasil de junho:

  • No mês mais importante para o esporte mais popular do mundo, a revista traz um ensaio especial do fotógrafo Caio Vilela. Em Diário de Campo, os leitores vão conferir as diversas expressões do futebol amador jogado em pequenos campos ou nos mais diferentes - e improváveis - lugares. Caio Vilela Ele acredita que o esporte pode ser um instrumento para a paz e a integração entre os povos. Desde 2004 ele percorreu os seis continentes garimpando imagens do futebol praticado em pequenos campos ou em lugares improváveis como o acampamento-base para alpinistas do monte Everest.
  • Outro atrativo é fazer uma "viagem" pela Rota da Seda para conhecer um oásis chinês se deparando com Budas que fascinam estudiosos e turistas de todo o mundo. A matéria, ilustrada com lindas imagens, fala da história do lugar e a importância de manter a conservação do local do século 10, que faz parte de uma das culturas mais ricas da Terra.
  • Há na edição de junho de National Geographic Brasil uma reportagem sobre a transformação da Groenlândia e o seu manto de gelo que está derretendo. Mostra, ainda, que à medida que o país recupera o clima mais ameno, sua população sonha com campos e pastos verdejantes. Tudo registrado co belíssimas fotos.

 

  • Ainda nesta edição, os leitores vão conhecer um muindo de criaturas belas e estranhas, entre elas uma rã arborícola. Uma expedição de cientistas investiga a vida selvagem de uma das mais remotas florestas do planeta, Montes Fojas na Nova Guiné.

Além dessas matérias, o leitor também vai encontrar nas páginas da National Geographic Brasil de junho uma explicação sobre o motivo que provoca muitas vítimas em áreas que sofrem com fortes terremotos. E, ainda, a razão pela qual os brasileiros estão cada vez mais altos. Em uma matéria que compara dois camisas 10 da seleção brasileira, o Rei Pelé e o gigante Kaká que tem 13 cm a mais do que a maior majestade do futebol.

National Geographic Brasil

Lançada no Brasil em maio de 2000 pela Editora Abril, a revista National Geographic traz conhecimento e beleza, juntos em cada edição. Sua missão é: "inspirar as pessoas a cuidar do planeta". Cobre de arqueologia a futurologia, com destaque para ciência, história, espaço, cultura e ecologia.

Em 1888, um grupo de exploradores, cientistas, cartógrafos, topógrafos, educadores e inventores fundou a National Geographic Society com a missão de 'estimular e difundir o conhecimento geográfico'. Poucos dos 33 presentes na ocasião poderiam imaginar o alcance da organização no futuro. No mesmo ano, foi lançada sua publicação oficial, a National Geographic, mais tarde - por indicação de Alexandre Graham Bell, segundo presidente da NGS (e inventor do telefone) - transformada em uma publicação popular que desse suporte financeiro à sociedade. O resultado foi excepcional.

Nas décadas seguintes a revista se tornaria referência de jornalismo e de fotografia enquanto a sociedade organizava expedições que marcariam o século 20. A NGS concedeu mais de 9 mil bolsas de iniciação científica nos últimos 120 anos, dezenas delas no Brasil. Produz, ainda, documentários, programas de televisão, livros, atlas, websites e materiais didáticos.

 

Mais informações para a imprensa sobre a National Geographic Brasil:
Bansen & Associados Comunicação
Alexandre Moreno (alexandre@bansen.com.br)
Clean Barros (clean@bansen.com.br)
Tel.: (11) 5539-2344
www.bansen.com.br

     
Em Eden Park, perto de Johanesburgo, a Lua se ergue sobre moradias construídas pelo governo. Elas refletem um esforço rumo a uma sociedade justa, que Nelson Mandela mencionou quando recebeu o Prêmio Nobel da Paz, em 1993: “A medida será a felicidade e o bem-estar das crianças”
O novo estádio de Johanesburgo, com 94 mil lugares, foi inspirado no formato de um pote tradicional africano. País-sede da Copa do Mundo, a África do Sul quer surpreender: o presidente Zuma diz que 2010 será o ano mais crítico desde 1994, quando o apartheid teve fim.

Um Buda de 15,5 metros do período Tang Médio (781- 847) espera reclinado pela morte, quando ele passará ao nirvana. Seguidores pintados nas paredes da caverna expressam sua agonia.
Em Qaqortoq, um vilarejo de 3,5 mil habitantes no sul da Groenlândia, o reservatório de água – abastecido pelo degelo – vira uma piscina. Em dias assim, a temperatura pode ir a 10 ºC.
Em um frio dia de agosto, descendentes de caçadores inuits colhem batatas no mesmo fiorde ocupado pelos vikings. A Groenlândia ainda importa quase todo o alimento que consome.
Erik, o Vermelho, matou um homem na Islândia por motivo fútil e nunca deixou de adorar as divindades nórdicas, mas em Qassiarsuk (acima), onde viveu na Groenlândia, há uma réplica da igreja de madeira que construiu para a mulher, convertida ao cristianismo. Após um milênio de frio, um torcedor em Qaqortoq incentiva o time de seu sobrinho.
Perto de uma barraca que abriga um laboratório improvisado, o herpetólogo australiano Paul Oliver grava o coaxar de uma rã no início da temporada das chuvas. Os aguaceiros diários alimentam a fauna diversificada dos montes Foja, mas tornam difícil o trabalho dos cientistas, que têm de percorrer quilômetros de trilhas íngremes e lamacentas para chegar às áreas de pesquisa. Uma expedição biológica a uma remota floresta tropical na Nova Guiné encontra um mundo de criaturas belas e estranhas, entre elas uma rã arborícola, um caramancheiro e uma minúscula mariposa geometrídea, tão fantástica quanto um monstro de ficção científica criado no computador
Um canguru-de-mantadourada provoca o disparo de uma câmera e de seu flash ao interromper um feixe de raios infravermelhos. Raros cientistas tiveram a chance de ver em carne e osso um destes marsupiais arborícolas. Os montes Foja constituem um refúgio vital para muitas espécies ameaçadas pela caça e pela perda de hábitat em outras áreas montanhosas na ilha da Nova Guiné
  Ainda aguardando o seu batismo científico, esta espécie de morcego usa a língua comprida para se alimentar do néctar das flores, que ele poliniza ao voar de uma planta para outra. Os conservacionistas esperam que essas descobertas nos montes Foja contribuam para proteger a região dos avanços de mineradores, madeireiros e outras ameaças, de modo que a sua trama intacta de biodiversidade continue a existir por muitas gerações.
  Díario de Campo: crédito: Foto de Divulgação/National Geographic Brasil - Junho de 2010.  

Notícias relacionadas