Edição de junho da revista National Geographic Brasil traz
um olhar distinto sobre a história da África do Sul
Ao receber o Prêmio Nobel da Paz, em 1993, Nelson Mandela
disse: "A medida será a felicidade e o bem-estar das crianças".
Depois de 17 anos da entrega do Prêmio ao maior líder da África
do Sul, o país ainda traz lembranças e marcas da segregação
racial. No entanto, o país experimenta uma onda de autoconfiança
por sediar a Copa do Mundo de 2010. Apresentando sempre um
diferencial em suas publicações, a revista National Geographic
Brasil traz em sua edição de junho um olhar distinto sobre
a história da África do Sul, que será foco mundial até o dia
11 de julho, quando termina o campeonato.
O esporte sempre foi visto por Mandela como um dos fatores
principais para a reestruturação do país. O título de 1995
do Campeonato Mundial de Rúgbi, vencidos pela primeira vez
pelos Springbok - como é conhecida a seleção sul-africana
- e disputados em sua própria "casa" foi um dos maiores marcos
do país apenas um ano depois do fim do apartheid. O esporte
que até então era exclusivamente dos brancos passou a unir
toda a população, mas apesar disso, o país ainda apresenta
muitos problemas, alguns deles destacados na reportagem de
National Geographic Brasil.
Além das lindas fotos de James Nachtwey, a reportagem de Alexandra
Fuller mostra ao leitor um pouco mais sobre a cultura e a
verdadeira história de um dos países mais importantes do continente
africano. A transição na forma do governo, como vivem hoje
as pessoas que sofreram com o apartheid, personagens que marcaram
a história da nação, os líderes atuais e outras histórias
da sede do campeonato mundial do futebol de 2010 estão presentes
na edição deste mês.
Outras reportagens incríveis em National Geographic Brasil
de junho:
- No
mês mais importante para o esporte mais popular do mundo,
a revista traz um ensaio especial do fotógrafo Caio Vilela. Em Diário de Campo, os leitores vão conferir as diversas
expressões do futebol amador jogado em pequenos campos ou
nos mais diferentes - e improváveis - lugares. Caio Vilela
Ele acredita que o esporte pode ser um instrumento para
a paz e a integração entre os povos. Desde 2004 ele percorreu
os seis continentes garimpando imagens do futebol praticado
em pequenos campos ou em lugares improváveis como o acampamento-base
para alpinistas do monte Everest.
- Outro atrativo é fazer uma "viagem"
pela Rota da Seda para conhecer um oásis chinês se deparando
com Budas que fascinam estudiosos e turistas de todo o mundo.
A matéria, ilustrada com lindas imagens, fala da história
do lugar e a importância de manter a conservação do local
do século 10, que faz parte de uma das culturas mais ricas
da Terra.
- Há
na edição de junho de National Geographic Brasil uma reportagem
sobre a transformação da Groenlândia e o seu manto de gelo
que está derretendo. Mostra, ainda, que à medida que o país
recupera o clima mais ameno, sua população sonha com campos
e pastos verdejantes. Tudo registrado co belíssimas fotos.
- Ainda nesta edição, os leitores vão conhecer
um muindo de criaturas belas e estranhas, entre elas uma
rã arborícola. Uma expedição de cientistas investiga a vida
selvagem de uma das mais remotas florestas do planeta, Montes
Fojas na Nova Guiné.
Além dessas matérias, o leitor também vai encontrar nas
páginas da National Geographic Brasil de junho uma explicação
sobre o motivo que provoca muitas vítimas em áreas que sofrem
com fortes terremotos. E, ainda, a razão pela qual os brasileiros
estão cada vez mais altos. Em uma matéria que compara dois
camisas 10 da seleção brasileira, o Rei Pelé e o gigante Kaká
que tem 13 cm a mais do que a maior majestade do futebol.
National Geographic Brasil
Lançada no Brasil em maio de 2000 pela Editora Abril, a revista
National Geographic traz conhecimento e beleza, juntos em
cada edição. Sua missão é: "inspirar as pessoas a cuidar do
planeta". Cobre de arqueologia a futurologia, com destaque
para ciência, história, espaço, cultura e ecologia.
Em 1888, um grupo de exploradores, cientistas, cartógrafos,
topógrafos, educadores e inventores fundou a National Geographic
Society com a missão de 'estimular e difundir o conhecimento
geográfico'. Poucos dos 33 presentes na ocasião poderiam imaginar
o alcance da organização no futuro. No mesmo ano, foi lançada
sua publicação oficial, a National Geographic, mais tarde
- por indicação de Alexandre Graham Bell, segundo presidente
da NGS (e inventor do telefone) - transformada em uma publicação
popular que desse suporte financeiro à sociedade. O resultado
foi excepcional.
Nas décadas seguintes a revista se tornaria referência de
jornalismo e de fotografia enquanto a sociedade organizava
expedições que marcariam o século 20. A NGS concedeu mais
de 9 mil bolsas de iniciação científica nos últimos 120 anos,
dezenas delas no Brasil. Produz, ainda, documentários, programas
de televisão, livros, atlas, websites e materiais didáticos.
Mais informações para a imprensa sobre a National Geographic
Brasil:
Bansen & Associados Comunicação
Alexandre Moreno (alexandre@bansen.com.br)
Clean Barros (clean@bansen.com.br)
Tel.: (11) 5539-2344
www.bansen.com.br

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Em Eden Park, perto de Johanesburgo, a Lua se ergue sobre
moradias construídas pelo governo. Elas refletem um esforço
rumo a uma sociedade justa, que Nelson Mandela mencionou
quando recebeu o Prêmio Nobel da Paz, em 1993: “A medida
será a felicidade e o bem-estar das crianças” |
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O novo estádio de Johanesburgo,
com 94 mil lugares, foi inspirado no formato de um pote
tradicional africano. País-sede da Copa do Mundo, a África
do Sul quer surpreender: o presidente Zuma diz que 2010
será o ano mais crítico desde 1994, quando o apartheid
teve fim. |

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Um
Buda de 15,5 metros do período Tang Médio (781- 847) espera
reclinado pela morte, quando ele passará ao nirvana. Seguidores
pintados nas paredes da caverna expressam sua agonia. |
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Em
Qaqortoq, um vilarejo de 3,5 mil habitantes no sul da
Groenlândia, o reservatório de água – abastecido pelo
degelo – vira uma piscina. Em dias assim, a temperatura
pode ir a 10 ºC. |
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Em um frio dia de agosto, descendentes de caçadores inuits
colhem batatas no mesmo fiorde ocupado pelos vikings.
A Groenlândia ainda importa quase todo o alimento que
consome. |
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| Erik, o Vermelho, matou
um homem na Islândia por motivo fútil e nunca deixou de
adorar as divindades nórdicas, mas em Qassiarsuk (acima),
onde viveu na Groenlândia, há uma réplica da igreja de
madeira que construiu para a mulher, convertida ao cristianismo.
Após um milênio de frio, um torcedor em Qaqortoq incentiva
o time de seu sobrinho. |
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| Perto de uma barraca que
abriga um laboratório improvisado, o herpetólogo australiano
Paul Oliver grava o coaxar de uma rã no início da temporada
das chuvas. Os aguaceiros diários alimentam a fauna diversificada
dos montes Foja, mas tornam difícil o trabalho dos cientistas,
que têm de percorrer quilômetros de trilhas íngremes e
lamacentas para chegar às áreas de pesquisa. |
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Uma expedição biológica a uma remota floresta tropical
na Nova Guiné encontra um mundo de criaturas belas e estranhas,
entre elas uma rã arborícola, um caramancheiro e uma minúscula
mariposa geometrídea, tão fantástica quanto um monstro
de ficção científica criado no computador |
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Um canguru-de-mantadourada
provoca o disparo de uma câmera e de seu flash ao interromper
um feixe de raios infravermelhos. Raros cientistas tiveram
a chance de ver em carne e osso um destes marsupiais arborícolas.
Os montes Foja constituem um refúgio vital para muitas
espécies ameaçadas pela caça e pela perda de hábitat em
outras áreas montanhosas na ilha da Nova Guiné |
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Ainda aguardando o seu batismo
científico, esta espécie de morcego usa a língua comprida
para se alimentar do néctar das flores, que ele poliniza
ao voar de uma planta para outra. Os conservacionistas
esperam que essas descobertas nos montes Foja contribuam
para proteger a região dos avanços de mineradores, madeireiros
e outras ameaças, de modo que a sua trama intacta de biodiversidade
continue a existir por muitas gerações. |
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Díario de Campo: crédito: Foto de Divulgação/National
Geographic Brasil - Junho de 2010. |
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