Natura, Planeta Sustentável,
Sabesp, AmBev, Petrobrás e Santander
na Edição Azul de National Geographic Brasil
Pela primeira vez no país, National Geographic
Brasil lançará uma edição Azul: publicação totalmente dedicada
à situação da Água no planeta. Serão mais de 150 páginas
com reportagens que abordam lugares onde a escassez de água
vem transformando a fauna e flora locais, a importância
da água para diversas religiões e culturas, as migrações
humanas provocadas pela falta de água, entre muitos outros
assuntos.
A primeira edição Azul de National
Geographic Brasil chegará às bancas de todo o país a partir
da próxima segunda-feira, 22 de março - Dia Mundial da Água,
sendo lançada oficialmente em evento promovido pelo movimento
Planeta Sustentável e pela Sabesp, em São Paulo. A edição
especial contará com a presença de Natura, Planeta Sustentável,
Sabesp, AmBev, Petrobrás e Santander, parceiros de National
Geographic Brasil neste importante momento de conscientização
dos leitores brasileiros.
Para a edição Azul, as empresas apresentarão
ações e conteúdos dedicados aos cuidados e à preservação
da água no planeta. A Natura, por exemplo, estará presente
na edição promovendo sua linha infantil Natura Naturé, que
busca incentivar a descoberta do mundo e o cuidado com a
natureza por meio de histórias e brincadeiras sobre a água.
Já a AmBev integrará esta edição na campanha de lançamento
de seu projeto "Movimento Cyan - Quem vê a água enxerga
seu valor", através do patrocínio do folder "As origens
da água no mundo".
Evento de lançamento
da edição Azul de National Geographic Brasil
A primeira edição Azul de National
Geographic Brasil será lançada oficialmente, nesta segunda-feira,
22 de março de 2010, em evento promovido pelo movimento
Planeta Sustentável e pela Sabesp. A partir das 9h, no auditório
da Sabesp (Rua Costa Carvalho, 300 - Pinheiros - São Paulo/SP),
acontecerá a seguinte programação:
9h - Recepção e café da manhã
9h30min - Ações ambientais da Sabesp
"Inventário das emissões de CO2, Programa de redução
de perdas, PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas) e Energia
Limpa " Gesner Oliveira - Presidente da Sabesp
9h45min - Lançamento da National
Geographic Brasil - Edição Especial Azul "Renovar o
modo como as pessoas usam e pensam a água doce"
Matthew Shirts - Redator-chefe
de National Geographic Brasil e Coordenador do Movimento
Planeta Sustentável da Editora Abril.
Francisco Eduardo Pereira Filho - Diretor Presidente do Instituto Aryran de Desenvolvimento
Humano, Cultura e Meio Ambiente.
10h15min - Encerramento: Dilma
Pena, Secretária de Saneamento e Energia do Estado de São
Paulo.
10h30min - Atendimento à Imprensa
National Geographic
Brasil
Lançada em maio de 2000 pela Editora
Abril, a revista National Geographic Brasil traz o conhecimento
e a beleza sempre em conjunto em cada edição, como parte
da sua filosofia de inspirar o mundo e todas as maravilhas
da natureza, explorando o princípio das ações humanas, destacando
diferentes culturas, celebrando o passado e presente, buscando
motivar que as pessoas cuidem melhor do planeta.
Em 1888, um grupo de exploradores,
cientistas, cartógrafos, topógrafos, educadores e inventores
fundou a National Geographic Society com a missão de "estimular
e difundir o conhecimento geográfico". Poucos dos 33 presentes
na ocasião poderiam imaginar o alcance da organização no
futuro. No mesmo ano, foi lançada sua publicação oficial,
a National Geographic, mais tarde - por indicação de Alexandre
Graham Bell, segundo presidente da NGS (e inventor do telefone)
- transformada em uma publicação popular que desse suporte
financeiro à sociedade. O resultado foi excepcional.
Nas décadas seguintes a revista se
tornaria referência de jornalismo e de fotografia enquanto
a sociedade organizava expedições que marcariam o século
20. A NGS concedeu mais de 8 mil bolsas de iniciação científica
nos últimos 120 anos. Produz, ainda, documentários, programas
de televisão, livros, atlas, websites e materiais didáticos.

Mais informações para a imprensa sobre
a National Geographic Brasil:
BANSEN & Associados Comunicação
Alexandre Moreno (alexandre@bansen.com.br) e Clean
Barros (clean@bansen.com.br) Tel.: (11) 5539-2344
Homepage: www.bansen.com.br
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Fotos de Divulgação/Edição Azul de National
Geographic Brasil – Abril de 2010.

fonte sagrada: Para os maias, fontes como a do cenote de
Xkeken, na península mexicana de Yucatán, levavam ao mundo
dos mortos. l Das gotinhas na pia batismal à dispersão das
cinzas em um rio, a água abençoa nossa vida.(fontes_cenote_de_Xkeken_
Yucatan_Mexico_22678)

Meninas da Cisjordância refrescam-se nas águas saturadas
de sal do mar Morto. Como seu principal tributário, o rio
Jordão, apresenta menos de um décimo de seu antigo volume
d’água, este mar interior teve seu nível rebaixado em 21 metros
desde 1978. (Meninas_da_Cisjordância_nas_aguas_do_mar_Morto_16292)

Na Islândia, o abundante rio Kolgrima delineia na terra escura
seu sinuoso trajeto até o mar. (foto:Islandia_Rio_Kolgrilma
CF002678.jpg)

Depois de seis anos de seca, réguas para medir o nível são
de pouca utilidade na represa Ziglab, na Jordânia, cuja barragem
contém as águas que fluem para o oeste no rio Jordão. O reservatório
minguou para um quinto de sua capacidade e não enche desde
2003. (represa_Ziglab_ Jordania_05764.jpg)

Em uma ressequida favela de Nova Délhi, na Índia, homens
escalam um caminhãopipa para obter água, mais preciosa que
dinheiro e esgotada em minutos.(Nova_Delhi_favela_19034.jpg)

Os habitantes de Rendille, norte do Quênia, vasculham o que
sobrou de um tanque enchido na noite anterior por um caminhão
do governo e já esvaziado a um nível abaixo do da torneira.
Uma nova entrega só virá na semana seguinte. (Rendille_norte_do_Quenia_9664.jpg)

o fardo da sede: Mulheres gabras do norte do Quênia gastam
até cinco horas diárias carregando pesados galões cheios de
água barrenta. Uma seca duradoura levou essa já árida região
a uma crise de abastecimento. (Mulheres gabras_norte_Quenia_11659)

Tudo o que sobrou na estação seca do rio Arayo, na Etiópia,
é uma nascente lamacenta. Mas, graças a um dique de areia
recém-construído rio acima, as próximas chuvas encherão um
reservatório subterrâneo com água limpa, acessível por uma
bomba manual. (rio Arayo_Etiopia_6594)

Um peregrino abraça a renovação concedida pela cachoeira
de Saut d’Eau no Festival da Virgem dos Milagres em Ville
Bonheur, no Haiti. Vodu e cristianismo fundem-se quando os
fiéis saúdam os loa, espíritos que habitam a cachoeira. (cachoeira_de
_Saut_d’Eau_haiti_19817)

A luz das lamparinas flutuantes rabisca as águas do Ganges,
o rio sagrado da Índia, no Festival de Ganga Dussehra em Haridwar.
Muitos hindus vão se banhar no rio quando estão para morrer.
Alguns são depois cremados em suas margens. (Ganges_ rio_sagrado_da_India_12951)

Uma cruz entalhada no gelo do rio Kennebec (acima), no Maine,
feita para a Festa da Epifania pelos fiéis da Igreja Ortodoxa
Russa de São Alexandre Nevsky, comemora o batismo de Cristo.
A água que brotar da escultura abençoará a igreja. (cruz_entalhada_no_gelo_do_rio_Kennebec_Maine_00062)
Bengaleses
em Sirajganj levam sacos de areia em barcos para reforçar
um dique erodido pela enchente do rio Jamuna. Se o gelo derretido
inchar os rios, esse tipo de conserto improvisado pode se
tornar mais comum. (Bengaleses_em_Sirajganj_rio_Jamuna_20130)
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