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18/03/2010

Natura, Planeta Sustentável, Sabesp, AmBev, Petrobrás e Santander na Edição Azul de National Geographic Brasil

Pela primeira vez no país, National Geographic Brasil lançará uma edição Azul: publicação totalmente dedicada à situação da Água no planeta. Serão mais de 150 páginas com reportagens que abordam lugares onde a escassez de água vem transformando a fauna e flora locais, a importância da água para diversas religiões e culturas, as migrações humanas provocadas pela falta de água, entre muitos outros assuntos.

A primeira edição Azul de National Geographic Brasil chegará às bancas de todo o país a partir da próxima segunda-feira, 22 de março - Dia Mundial da Água, sendo lançada oficialmente em evento promovido pelo movimento Planeta Sustentável e pela Sabesp, em São Paulo. A edição especial contará com a presença de Natura, Planeta Sustentável, Sabesp, AmBev, Petrobrás e Santander, parceiros de National Geographic Brasil neste importante momento de conscientização dos leitores brasileiros.

Para a edição Azul, as empresas apresentarão ações e conteúdos dedicados aos cuidados e à preservação da água no planeta. A Natura, por exemplo, estará presente na edição promovendo sua linha infantil Natura Naturé, que busca incentivar a descoberta do mundo e o cuidado com a natureza por meio de histórias e brincadeiras sobre a água. Já a AmBev integrará esta edição na campanha de lançamento de seu projeto "Movimento Cyan - Quem vê a água enxerga seu valor", através do patrocínio do folder "As origens da água no mundo".

Evento de lançamento da edição Azul de National Geographic Brasil

A primeira edição Azul de National Geographic Brasil será lançada oficialmente, nesta segunda-feira, 22 de março de 2010, em evento promovido pelo movimento Planeta Sustentável e pela Sabesp. A partir das 9h, no auditório da Sabesp (Rua Costa Carvalho, 300 - Pinheiros - São Paulo/SP), acontecerá a seguinte programação:

 

9h - Recepção e café da manhã

9h30min - Ações ambientais da Sabesp
"Inventário das emissões de CO2, Programa de redução de perdas, PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas) e Energia Limpa " Gesner Oliveira - Presidente da Sabesp

9h45min - Lançamento da National Geographic Brasil - Edição Especial Azul "Renovar o modo como as pessoas usam e pensam a água doce"

Matthew Shirts - Redator-chefe de National Geographic Brasil e Coordenador do Movimento Planeta Sustentável da Editora Abril.

Francisco Eduardo Pereira Filho - Diretor Presidente do Instituto Aryran de Desenvolvimento Humano, Cultura e Meio Ambiente.

10h15min - Encerramento: Dilma Pena, Secretária de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo.

10h30min - Atendimento à Imprensa

 

 

National Geographic Brasil

Lançada em maio de 2000 pela Editora Abril, a revista National Geographic Brasil traz o conhecimento e a beleza sempre em conjunto em cada edição, como parte da sua filosofia de inspirar o mundo e todas as maravilhas da natureza, explorando o princípio das ações humanas, destacando diferentes culturas, celebrando o passado e presente, buscando motivar que as pessoas cuidem melhor do planeta.

 

Em 1888, um grupo de exploradores, cientistas, cartógrafos, topógrafos, educadores e inventores fundou a National Geographic Society com a missão de "estimular e difundir o conhecimento geográfico". Poucos dos 33 presentes na ocasião poderiam imaginar o alcance da organização no futuro. No mesmo ano, foi lançada sua publicação oficial, a National Geographic, mais tarde - por indicação de Alexandre Graham Bell, segundo presidente da NGS (e inventor do telefone) - transformada em uma publicação popular que desse suporte financeiro à sociedade. O resultado foi excepcional.

 

Nas décadas seguintes a revista se tornaria referência de jornalismo e de fotografia enquanto a sociedade organizava expedições que marcariam o século 20. A NGS concedeu mais de 8 mil bolsas de iniciação científica nos últimos 120 anos. Produz, ainda, documentários, programas de televisão, livros, atlas, websites e materiais didáticos.

 

 

Mais informações para a imprensa sobre a National Geographic Brasil:
BANSEN & Associados Comunicação
Alexandre Moreno (alexandre@bansen.com.br) e Clean Barros (clean@bansen.com.br) Tel.: (11) 5539-2344
Homepage: www.bansen.com.br

 

 

Fotos de Divulgação/Edição Azul de National Geographic Brasil – Abril de 2010.

fonte sagrada: Para os maias, fontes como a do cenote de Xkeken, na península mexicana de Yucatán, levavam ao mundo dos mortos. l Das gotinhas na pia batismal à dispersão das cinzas em um rio, a água abençoa nossa vida.(fontes_cenote_de_Xkeken_ Yucatan_Mexico_22678)

Meninas da Cisjordância refrescam-se nas águas saturadas de sal do mar Morto. Como seu principal tributário, o rio Jordão, apresenta menos de um décimo de seu antigo volume d’água, este mar interior teve seu nível rebaixado em 21 metros desde 1978. (Meninas_da_Cisjordância_nas_aguas_do_mar_Morto_16292)

Na Islândia, o abundante rio Kolgrima delineia na terra escura seu sinuoso trajeto até o mar. (foto:Islandia_Rio_Kolgrilma CF002678.jpg)

Depois de seis anos de seca, réguas para medir o nível são de pouca utilidade na represa Ziglab, na Jordânia, cuja barragem contém as águas que fluem para o oeste no rio Jordão. O reservatório minguou para um quinto de sua capacidade e não enche desde 2003. (represa_Ziglab_ Jordania_05764.jpg)

 

Em uma ressequida favela de Nova Délhi, na Índia, homens escalam um caminhãopipa para obter água, mais preciosa que dinheiro e esgotada em minutos.(Nova_Delhi_favela_19034.jpg)

Os habitantes de Rendille, norte do Quênia, vasculham o que sobrou de um tanque enchido na noite anterior por um caminhão do governo e já esvaziado a um nível abaixo do da torneira. Uma nova entrega só virá na semana seguinte. (Rendille_norte_do_Quenia_9664.jpg)

o fardo da sede: Mulheres gabras do norte do Quênia gastam até cinco horas diárias carregando pesados galões cheios de água barrenta. Uma seca duradoura levou essa já árida região a uma crise de abastecimento. (Mulheres gabras_norte_Quenia_11659)

Tudo o que sobrou na estação seca do rio Arayo, na Etiópia, é uma nascente lamacenta. Mas, graças a um dique de areia recém-construído rio acima, as próximas chuvas encherão um reservatório subterrâneo com água limpa, acessível por uma bomba manual. (rio Arayo_Etiopia_6594)

Um peregrino abraça a renovação concedida pela cachoeira de Saut d’Eau no Festival da Virgem dos Milagres em Ville Bonheur, no Haiti. Vodu e cristianismo fundem-se quando os fiéis saúdam os loa, espíritos que habitam a cachoeira. (cachoeira_de _Saut_d’Eau_haiti_19817)

A luz das lamparinas flutuantes rabisca as águas do Ganges, o rio sagrado da Índia, no Festival de Ganga Dussehra em Haridwar. Muitos hindus vão se banhar no rio quando estão para morrer. Alguns são depois cremados em suas margens. (Ganges_ rio_sagrado_da_India_12951)

 

Uma cruz entalhada no gelo do rio Kennebec (acima), no Maine, feita para a Festa da Epifania pelos fiéis da Igreja Ortodoxa Russa de São Alexandre Nevsky, comemora o batismo de Cristo. A água que brotar da escultura abençoará a igreja. (cruz_entalhada_no_gelo_do_rio_Kennebec_Maine_00062)

 

Bengaleses em Sirajganj levam sacos de areia em barcos para reforçar um dique erodido pela enchente do rio Jamuna. Se o gelo derretido inchar os rios, esse tipo de conserto improvisado pode se tornar mais comum. (Bengaleses_em_Sirajganj_rio_Jamuna_20130)


PONTO DE degelo
As geleiras da Ásia alimentam seus maiores rios, vitais para 2 bilhões de pessoas. Mas agora o gelo e a neve estão minguando.

Os picos do Himalaia, vistos do alto dos mais de 8 800 metros da face norte do Everest, fazem parte de um tesouro de água doce que desce para abastecer uma população gigantesca. O aumento das temperaturas pode causar uma catástrofe. (picos_do_Himalaia_2854.jpg)

Sobre uma escada precária, mulheres levam preciosos litros de mão em mão. O poço, na região de Marsabit, norte do Quênia, tem a profundidade de nove pessoas, oito das quais estão embaixo da que vemos aqui. A água ainda será dividida com animais de criação. (poco_em_Marsabit_norte_Quenia_11151.jpg)

Em um parque aquático em Tiberíades, israelenses banham-se ao sol em abundância aquática enquanto que os palestinos, com acesso restrito a poços rasos em virtude da ocupação por Israel, se valem da ajuda da União Europeia para comprar dos israelenses água subterrânea da Cisjordânia (foto acima). (palestinos_recebem_ajuda_da_uniao_europeia_12937.jpg)

 

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