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de divulgação: Crédito: National Geographic Imagens para download em alta resolução |
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Amazônia ano 1000 |
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Do alto do sítio arqueológico Laguinho avista-se a várzea do Solimões. A fauna aquática variada dos rios de águas brancas, como ele e o Madeira, atraíam os povos antigos. Além disso, nas cheias, as águas fertilizam o solo para a agricultura. |
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Os arqueólogos Manuel Arroyo e Edimar Silva (acima) escavam o sítio Hatahara, nas margens do Solimões, onde um cemitério (à esquerda) pode ocultar mais de 35 indivíduos. Como é típico dos sítios de terra preta, fragmentos cerâmicos misturam-se à matriz escura do solo. A composição química desses solos diminui a sua acidez, favorecendo a preservação de materiais orgânicos. |
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| Caboclos da Amazônia colhem a fruta do guaraná (acima) e a palha da piaçava (à direita). O cacau, a mandioca, o cupuaçu, a pimenta e a castanha são outros exemplos de plantas economicamente importantes que foram domesticadas pelos antigos. As matas eram manejadas pelo fogo – a floresta de hoje é produto dessa atividade exercida ao longo de milênios. |
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Crianças (à esquerda) brincam com fragmentos cerâmicos em Parintins, no Amazonas – muitas comunidades se dispuseram sobre sítios arqueológicos. Os estudos em curso na Amazônia podem mostrar um patrimônio extraordinário de povos que souberam ocupar a floresta por milênios de maneira sustentável. |
ESPÍRITOS INQUIETOSNo México, a dura realidade cotidiana cria santos não consagrados que já figuram ao lado dos ícones tradicionais da igreja. |
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| A morte não põe fim à fanfarronice dos traficantes mexicanos, já que eles descansam em paz em luxuriantes mausoléus no cemitério de Culiacán, núcleo do cartel de Sinaloa. A mulher no carro é esposa de um operário. |
Imagine que você viva em uma das cidades ao longo da fronteira dominada pelo tráfico de drogas. Não seria compreensível rezar para o “narcossanto” Jesús Malverde? |
Drama nômadeUm dilema consome os 80 milhões de nômades da Índia: reter as tradições seculares enquanto o mundo moderno os despoja de sua identidade. |
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O pastor Achala identifica-se como um Rabari com seu turbante e vestes brancos. Os Rabari são “os que vivem do lado de fora”, e evitam adentrar os limites de vilarejos e propriedades rurais. |
O tambor chama o povo para ver os acrobatas do grupo nômade Nat se apresentarem na periferia de Jodhpur, no Rajastão. Sem moradia fixa, estes artistas viajantes têm dificuldade para receber benefícios do governo. |
| Na estação seca, o pastoreio diminui, e os Rabari mudam sua rotina. No Rajastão, as mulheres fazem serviços braçais, recebendo 2 dólares por dia para cavar uma represa. |
Já os homens tosquiam ovelhas (à esquerda). Quando as chuvas voltam, eles partem com seus rebanhos em busca de água e pastagens. |
Rota do Chá - China |
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| Na estrada esquecida Chineses e tibetanos
vendiam chá e cavalos por uma trilha lendária. Os restos dessa
rota revelam hoje paisagens magníficas – e um novo comércio. |
Em abril, dedos meticulosos recolhem a primeira – e melhor – safra de folhas de chá no Jardim Ecológico de Chá Mingshan, em Sichuan. Os historiadores acreditam que o chá começou a ser cultivado nos úmidos campos de altitude das províncias de Sichuan e Yunnan. |
| Em 1946, carregadores transportavam fardos de chá de até 135 quilos na rota para o Tibet. Paravam a cada poucas centenas de metros, apoiando as cargas sobre muletas, e levavam três semanas para andar 225 quilômetros entre Yaan e Kangding. Ali os fardos eram transferidos para tropas de mulas. |
Um nômade leva dois fardos comprados na feira de Ganze. Cada fardo é composto de quatro tijolos de chá prensado – mais de 9 quilos. Dado o consumo dos tibetanos – até 40 xícaras por dia –, tal quantia mal dá para um mês. Uma prensa para folhas de chá celebra o Ano do Cavalo (página oposta). |
| O odor defumado do chá-preto, mesclado ao aroma das velas de manteiga de iaque, é típico dos mosteiros tibetanos, cujos monges há séculos consomem a bebida para se manter despertos nas meditações. No mosteiro de Ganze (acima, à esquerda), as manhãs começam com a distribuição de chá para 370 monges. |
A caminho de Lhasa, peregrinos prostram-se a cada três passos. Após passar semanas na estrada, esta família ainda tem de percorrer quase 480 quilômetros nesta estrada milenar. |
Os segredos do Sono |
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| O desenvolvimento intrauterino do cérebro dos carneiros apresenta semelhanças com o do cérebro humano, permitindo que Matthias Schwab use os animais para estudar o sono pré-natal. |
Descubra como o sono é diferente ao redor do mundo em um gráfico interativo em www.ngbrasil.com.br |
| Na retina, há células que, em função da luz, ajustam o relógio circadiano do cérebro. Estudos no hospital Brigham and Women’s, em Boston, sugerem que a luz azul reajusta esse relógio com eficiência – uma boa notícia para trabalhadores noturnos. |
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