29.09.2010 A história de uma das artes marciais mais conhecidas e misteriosas do mundo chega às bancas na revista National Geographic Brasil de outubro
Hu tenta manter as tradições do Kung Fu, preza o equilíbrio do corpo e o espírito, mas reconhece que a expansão da arte é inevitável e pode trazer dividendos para a arte. Aos 45 anos, ele revela que quando jovem era obcecado por filmes de luta marcial e foram esses filmes que o levaram ao templo Shaolin onde anos depois foi apresentado para seu shifu (termo para mestre em mandarim) Yang Guiwu. Nas páginas desta reportagem especial, o leitor vai descobrir, entre outras coisas, que na China o Kung Fu é a arte marcial com mais seguidores. Muitos encontram no esporte uma fonte de renda e profissionalização com a esperança de se tornarem astros do cinema ou ingressar na carreira militar. Poucos são enviados pelos pais às escolas apenas para aprenderem a filosofia e a disciplina do Kung Fu. Além disso, a edição de outubro de National Geographic Brasil também traz uma entrevista com o físico Alberto Santoro. Ele lidera um grupo de pesquisadores brasileiros no Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), um túnel oval de 27 quilômetros projetado para o choque de partículas em velocidade, na divisa da Suíça com a França. Também nesta edição de revista National Geographic Brasil os leitores terão acesso a um dossiê completo sobre a tragédia no Golfo do México, onde ocorreu o maior desastre ambiental da história dos Estados Unidos. * Águas em crise: Estamos comendo peixe demais? Não exatamente. Mas os métodos de pesca estão esvaziando os mares de certas espécies. * Abrolhos: Barcos industriais ameaçam a biodiversidade do sul da Bahia. * Velho e bom oeste: Os caubóis, os céus intermináveis, a noite vazia. * Gigantes extintos: Uma megafauna dominava o interior da Austrália. National Geographic Brasil Lançada no Brasil em maio de 2000 pela Editora Abril, a revista National Geographictraz conhecimento e beleza, juntos em cada edição. Sua missão é: "inspirar as pessoas a cuidar do planeta". Cobre de arqueologia a futurologia, com destaque para ciência, história, espaço, cultura e ecologia. Em 1888, um grupo de exploradores, cientistas, cartógrafos, topógrafos, educadores e inventores fundou a National Geographic Society com a missão de 'estimular e difundir o conhecimento geográfico'. Poucos dos 33 presentes na ocasião poderiam imaginar o alcance da organização no futuro. No mesmo ano, foi lançada sua publicação oficial, a National Geographic, mais tarde - por indicação de Alexandre Graham Bell, segundo presidente da NGS (e inventor do telefone) - transformada em uma publicação popular que desse suporte financeiro à sociedade. O resultado foi excepcional. Nas décadas seguintes a revista se tornaria referência de jornalismo e de fotografia enquanto a sociedade organizava expedições que marcariam o século 20. A NGS concedeu mais de 9 mil bolsas de iniciação científica nos últimos 120 anos. Produz, ainda, documentários, programas de televisão, livros, atlas, websites e materiais didáticos.
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